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HPV - Proteção iniciada na adolescencia.

Anvisa aprova vacina de HPV para homens A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a aplicação da vacina contra HPV (papilomavírus humano) em meninos e homens entre 9 e 26 anos.A vacina contra o papilomavírus é administrada em três doses, com aplicação intramuscular A imunização previne as verrugas genitais causadas, principalmente, pelos tipos 6 e 11 do vírus Segundo a pesquisas, além das verrugas genitais, espera-se que a vacina proteja os homens contra tumores de pênis, ânus e orofaringe.. o ideal é que, assim como as meninas, os garotos sejam vacinados antes do início da vida sexual. mesmo que já tenham sido expostos ao HPV, homens e mulheres podem ser beneficiados, porque a vacina evita novas infecções e reduz o risco de câncer. ". "O homem é o principal vetor de muitas das lesões causadas pelo HPV. É crucial que ele seja vacinado. A maioria dos tipos de HPV não causa sintoma e desaparece espontaneamente sem tratamento, o que significa que muitas pessoas não sabem que são portadoras. Um estudo recente mostrou, por exemplo, que 50% dos homens saudáveis já foram infectados pelo HPV.

Vacinas contra o HPV:

recomendações atuais

Academia americana de pediatria – fevereiro 2012

1. Meninas de 11 a 12 anos devem ser imunizadas na rotina com 3 doses da vacina bivalente ou quadrivalente, por via intramuscular – 0, 1 e 6 meses. Estas vacinas podem ser administradas aos 9 anos de idade, de preferencia com prescrição médica.

2. Todas as meninas e mulheres de 13 aos 26 anos que não foram imunizadas previamente ou com esquema vacinal incompleto, devem completar a série das 3 doses.

3. Meninos de 11 a 12 anos de idade devem ser imunizados com a 3 doses da vacina quadrivalente (Gardasil) , via intramuscular – 0, 1 e 6 meses. Esta vacina pode ser administrada aos 9 anos de idade, de preferencia com prescrição médica.

4. Todas os meninos e homens de 13 aos 26 anos que não foram imunizados previamente ou com esquema vacinal incompleto, devem receber a vacina quadrivalente.

5. Todas os homens de 22 aos 26 anos que não foram imunizadas previamente ou com esquema vacinal incompleto, devem completar a série das 3 doses.

6. Deve ser estimulado a vacinação com a quadrivalente de homens que fazem sexo com homens de 22 a 26 anos que não foram imunizados previamente ou que não completaram o esquema vacinal.

7. Atividade sexual prévia não contraindica a vacinação contra o HPV ou completar o esquema vacinal. Pacientes infectadas por um tipo de HPV podem se beneficiar com a proteção para os outros tipos contidos na vacina, sem necessidade de testes prévios. A vacina pode ser administrada em mulheres com Teste de Papanicolau alterado. Até o momento é desconhecido o efeito terapeutico da vacina.

8. Individuos HIV + indepedente do sexo, de 9 a 26 anos, que não foram imunizados previamente ou que não completaram o esquema vacinal, devem iniciar ou completar a vacinação com a quadrivalente.

9. As vacinas contra HPV devem ser administradas concomitante com outras vacinas.

10.
A vacina contra HPV pode ser administrada em:
a. Quando o paciente é imunodeprimido por doença ou medicamentos;
b. Quando a mulher estiver amamentando.

11. A vacina de HPV não é recomendado durante a gravidez. Se a mulher que estiver recebendo a vacina engravidadar, as doses subsequentes deverão ser completadas após o parto e devem ser acompanhadas.

12. O exame papanicolau deve ser mantido no rastreamento de alterações do colo uterino mesmo nas mulheres vacinadas.

13. A vacinção contra o HPV não deve alterar as recomendações básicas dos métodos de prevenção de doenças sexualmente transmissiveis.

Contraindicação
A vacinação com a quadrivalente (HPV4) não deve ser administrada em pessoas com história de hipersensibilidade imediata ou em mulheres grávdas.

Precauções
A vacinação deve ser adiada em pessoas com doenças aguda moderada ou severa. Os adolescentes devem ser mantidos deitados ou sentados por 15 minutos, pelo registro de episódios síncope (desmaios) após a vacinação.


As recomendações na íntegra podem ser acessadas pelo site: http://www.aapredbook.org/implementation

Vacinação do Viajante

Malária
Doença transmitida por mosquitos, pode ser fatal. É um dos maiores problemas de saúde pública mundial, responsável por 300 a 500 milhões de infecções no mundo a cada ano.
Regiões que apresentam riscos
• África: exceto Líbia e Tunísia
• América Central, inclusive Haiti e República Dominicana
• América do Sul: exceto Uruguai e Chile
• Ásia: exceto Mongólia e Cazaquistão
• Europa Oriental
• Pacífico Sul

Como prevenir
Não há vacina disponível. A saída é evitar o contato com mosquitos e utilizar repelentes, além de medicamentos preventivos, em alguns casos.

Febre Amarela
Doença transmitida por mosquitos, que pode evoluir para febre hemorrágica e hepatite grave. É encontrada somente em regiões de mata selvagem. No Brasil não há casos urbanos há mais de 50 anos.
Regiões que apresentam riscos
• América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela.
• América Central: Panamá, Trinidad e Tobago
• África: países da região do Sub-Saara

Como prevenir
• Tomar a vacina 10 dias antes de viajar*
• Evitar o contato com mosquitos
* Há países que exigem o certificado de vacinação para autorizar a entrada dos turistas.

Meningite
Doença causada por vírus, bactérias, fungos e protozoários que atacam o sistema nervoso central. As mais temidas são as bacterianas, em especial a meningocócica. Pode ser fatal se não detectada e tratada a tempo.
Regiões que apresentam riscos
• África: região do sub-Saara e alguns países como Angola, Congo e Somália que apresentaram focos de epidemia recentemente.

Como prevenir
• Tomar a vacina meningocócica.

Febre Tifóide
Doença transmitida por uma bactéria proveniente de alimentação ou água contaminada. Está diretamente associada a regiões em que não há saneamento básico. São estimados cerca de 22 milhões de casos no mundo anualmente.
Regiões que apresentam epidemias
• Subcontinente Indiano
• Ásia
• África
• Caribe
• América Central
• América do Sul

Como prevenir
• Evitar alimentos crus e água de procedência duvidosa
• Existe uma vacina, indicada em casos específicos.

Hepatite A
Adquirida pelo contato com água e alimentos contaminados.
Regiões que apresentam grandes chances de contágio
• América Central
• América do Sul
• Ásia
• Europa

Como prevenir
• Tomar a vacina específica para esse tipo de hepatite
• Consumir água mineral de boa procedência
• Evitar alimentos crus e de procedência duvidosa

Hepatite B
Doença transmissível pelo contato com sangue e secreções humanas infectadas. A principal forma de transmissão é a via sexual. A infecção, em alguns casos, pode evoluir para hepatite crônica, que pode causar cirrose e câncer no fígado.
Regiões que apresentam grandes chances de contágio
O risco de viajantes contraírem hepatite B, em geral, é baixo, exceto nos casos em que há contato sexual ou com sangue de pessoas infectadas. "O alerta vai principalmente para jovens e solteiros, para que nunca mantenham relações sexuais sem preservativo".

Como prevenir
• Tomar a vacina
• Praticar sexo seguro

Gripe Aviária
Doença transmitida por vírus que infecta as aves. É altamente letal e de rápida proliferação no contato entre aves doentes e humanos. Tornou-se uma epidemia na Ásia em 2003. "Vale lembrar que não há motivo para pânico porque a infecção não ocorre entre humanos, apenas nos que tiveram contato com aves", explica o médico.
Regiões que apresentam epidemias:
• Sudeste Asiático
• China
Regiões que apresentaram casos da doença:
• África
• Leste Europeu

Como prevenir
• Evitar o contato com aves
• Não comer aves ou derivados de procedência duvidosa
• Tomar vacina contra gripe (que não apresenta proteção 100% eficaz nesse caso)

Sites e Dicas
Para obter dados detalhados sobre vacinas e cuidados recomendados para viajantes recomendamos que consulte as seguintes fontes:

http://web.sanofi-aventis.com.br/ViagemComSaude/
http://wwwnc.cdc.gov/travel/
http://apps.who.int/immunization
http://www.anvisa.gov.br/viajante
Ministério da Saúde
http://portal.saude.gov.br/saude/
Fundação Nacional da Saúde
http://www.funasa.gov.br/internet/index.asp

Imunoglobulina Humana Anti RH

PREVENÇÃO DA DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO

O que significa Rh negativo?

Rh é um elemento que faz parte do sangue da maioria das pessoas. Mas há pessoas que não possuem esse elemento, o que não é uma doença, simplesmente uma característica pessoal. Nesse caso, o exame de sangue resulta Rh negativo. Uma pessoa pode ter qualquer tipo sanguíneo (por exemplo: A, B, AB, O) e ser Rh positivo (+) ou Rh negativo (-).

Essa caracterisitca passa de pais para os filhos?
Sim, por isso, uma mulher Rh-, casada com um homem Rh+, pode ter um bebê Rh+. Nesse caso, o sangue do bebê apresenta um elemento (o fator Rh) que o organismo da mãe não possui, caracterizando uma incompatibilidade sanguínea entre a gestante e o feto.

Quais são as consequências da incompatibilidade sangüínea?
Somente quando o sangue Rh- da gestante entra em contato com sangue Rh+ é que poderá haver consequências. Se isso acontecer, o sistema imunológico da mulher irá produzir anticorpos contra o fator Rh do feto, reconhecido como um invasor. Esses anticorpos, durante a gestação, atravessam a placenta e destroem as células sanguíneas do futuro bebê, podendo causar a doença hemolítica do recém-nascido. O bebê pode desenvolver anemia grave, icterícia ou pode nascer morto.

A doença hemolítica do recém-nascido pode ocorrer na primeira gestação?
A mulher Rh- que recebeu transfusão de sangue no passado ou usou drogas injetáveis, compartilhando seringas com outros usuários, pode apresentar os anticorpos contra o fator Rh, com risco de bebê apresentar a doença hemolítica já na primeira gestação. É importante lembrar que o aborto, mesmo precoce, também pode provocar a produção destes anticorpos, colocando em risco a próxima gestação.

Como ocorre o contato do sangue da gestante com o do bebê em gestação?
As circulações sanguíneas do feto e da gestante são separadas e independentes, mas é comum ocorrer pequenas hemorragias (sangramentos) durante a gravidez, colocando o sangue do bebê em contato com o da mãe. Durante o parto, esse contato também ocorre. Quando há o contato e a produção dos anticorpos, diz-se que houve a sensibilização da mulher Rh-. Uma vez sensibilizada, ela passará a ter para sempre em seu sangue os anticorpos contra o fator Rh. A sensibilização é irreversível, mas pode ser evitada.

Como prevenir a doença hemolítica do recém-nascido?
Para prevenir essa doença a gestante deve tomar a imunoglobulina anti-Rh ou anti-D (popularmente conhecida como "vacina" anti-Rh ou anti-D) que é aplicada na 28ª semana de gestação (entre o 6º e o 7 mês) e também em até 72 horas após o parto. Esse medicamento bloqueia a produção dos anticorpos anti-Rh (anti-D), evitando a sensibilizaçã da mãe.

A imunoglobulina anti-D é uma vacina?
Apesar de ser um pequena injeção, ela não é propriamente uma vacina. As vacinas induzem o organismo a criar anticorpos contra as doenças, enquanto as imunoglobulinas já contêm anticorpos prontos. Por isso, a proteção das imunoglobulinas é de curta duração. Assim que o organismo as elimina cessa seu efeito, sendo necessária sua aplicação toda vez que houver risco de sensibilização.

Quanto tempo dura a proteção da imunoglobulina anti-D?
Diferente da vacina verdadeira, a duração do efeito da imunoglobulina anti-D não é para a vida toda. A proteção chega a durar 12 semanas, por isso, a mulher Rh- pode necessitar recebê-la em diversas oportunidades, conforme o médico identificar risco de sensibilização ao fator Rh.

É possível saber se o feto é Rh+?
Em geral, só iremos conhecer se o bebê é Rh positivo ou negativo após o parto. Por isso, toda a mulher Rh negativo deve procurar o seu médico para receber a proteção da imunoglobulina anti-D.

A imunoglobulina anti-D é eficaz se a mulher Rh negativo já foi sensibilizada, por exemplo, numa transfusão de sangue anterior ou no caso de um aborto anterior onde não foi feita a prevenção adequada?

Não. A imunização anti-D só tem eficácia na prevenção, ou seja, antes da sensibilização ocorrer. Depois disso, só podemos contar com o tratamento da doença hemolítica por médicos especializados. Por isso, estar bem informada, conversar com o seu médico e alertar outras mulheres são as melhores atitudes na prevenção da doença hemolítica do recém-nascido.

As informações tem caráter informativo, não devendo ser interpretado como substituto para uma consulta co seu médico.

Teste do Pézinho

Teste do Pezinho Laboratório DLE

Permite o diagnóstico precoce de diversas doenças que se apresentam geralmente assintomáticas no período neonatal (ERROS INATOS DE METABOLISMO), possibilitando o tratamento específico e com isso, diminuição ou eliminação de lesões irreversíveis, como retardo mental, deficiências físicas dentre outras.
TESTES DISPONIVEIS DLE:
• BÁSICO - 17 doenças rastreadas
• AMPLIADO - 20 doenças rastreadas
• PLUS - 23 doenças rastreadas
• MASTER - 28 doenças rastreadas
• EXPANDIDO - 46 doenças rastreadas
• COMPLETO - mais de 50 doenças rastreadas.

O TESTE DO PEZINHO DEVE SER REALIZADO LOGO APÓS NASCIMENTO
A recente utilização da espectrometria de massas em tandem nos testes de triagem neonatal tem tornado possível o diagnóstico présintomático de muitos Erros Inatos do Metabolismo (EIM), diminuindo assim a ocorrência de dano neurológico ao paciente, muitas vezes está associada ao tempo e ao período de exposição ao metabólito tóxico.

A intervenção adequada e imediata após o diagnóstico é, em muitos casos, determinante fundamental para definir o prognóstico desses pacientes.

Os EIM embora tidos como raros, são na verdade, pouco conhecidos e pouco diagnosticados, e compreendem mais de 700 distúrbios, a maioria deles relacionados à síntese, degradação, transporte e armazenamento de moléculas no organismo.

Os EIM são relativamente frequentes em seu conjunto, apresentando uma incidência cumulativa estimada em 1:1000 recém-nascidos vivos. A incidência e a frequência de doenças individuais variam baseadas na composição racial e étnica da população e nos níveis de investigação dos programas de triagem neonatal disponíveis.

SINAIS E SINTOMAS

Os EIM podem se apresentar em qualquer faixa etária, desde a vida fetal até a idade adulta, com predomínio entre o período neonatal e os 10 anos de idade.

Antes do nascimento, o feto está relativamente protegido dos malefícios de uma doença metabólica em virtude da função da placenta materna tanto para o fornecimento de nutrientes quanto para a filtragem de metabólitos tóxicos. Por isso, muitas doenças metabólicas se apresentam nos primeiros dias de vida após o nascimento, pois o bebê não pode mais se beneficiar da ajuda fisiológica da mãe para compensar suas deficiências.

No início, os sinais e sintomas das doenças podem ser sutis e dependendo do grau de deficiência metabólica vão se tornando cada vez mais aparentes e difíceis de tratar.

Deve-se suspeitar de EIM sempre que o paciente apresentar história de irmãos falecidos no período neonatal sem diagnóstico etiológico, membros da família com sintomas clínicos não esclarecidos e a existência de consanguinidade.

MORTALIDADE / MORBIDADE

A mortalidade pode ser muito elevada para certos erros inatos do metabolismo, particularmente aqueles que se apresentam no período neonatal, embora a apresentação inicial do EIM, mesmo na fase adulta possa resultar em morte.

O tratamento imediato da descompensação aguda pode salvar vidas e é fundamental para evitar ou minimizar sequelas.

Varicela (Catapora)

A vacina da varicela pode ser aplicada separadamente ou combinada com a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), neste caso chamamos vacina de tatraviral.
Estima-se que uma única dose da vacina em crianças até 12 anos propicie 70 a 90% de proteção contra a infecção e 95 a 98% de proteção contra as formas graves.
Mesmo assim, a SBP recomenda a segunda dose para o fator de proteção contra a infecção também chegue perto dos 100%. Os fabricantes da vacina garantem que uma dose em crianças é suficiente e que uma segunda dose não faz diferença significativa no fator de proteção. Mas não vale arriscar, né?
A criança que já foi vacinada ou mesmo a que ainda não foi pode se imunizar quando houver contato com alguém que tenha a varicela (catapora). Nas primeiras 96 horas após contato com o doente a vacina pode proteger ou atenuar a doença.
Já para adolescentes a partir de 13 anos precisam, sim, de uma dose extra. O fator de proteção em dose única é baixa, precisando de uma segunda dose para que o índice de proteção chegue a quase 100%.
A varicela é uma doença viral altamente transmissível, mais comum em crianças de um a dez anos de idade. Normalmente a doença evolui sem consequências sérias. A taxa de mortalidade em crianças saudáveis é baixa: 1 para cada 50 mil casos. Caso a pessoa se infecte com a doença, terá imunidade por toda a vida.