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Caxumba / Rubéola / Sarampo

Caxumba: infecção viral da parótida. Pode atingir também ovários e testículos. Caracteriza-se pelo inchaço da região lateral do pescoço e face acompanhado de dor e febre.

Rubéola: infecção viral que causa quadro de exantema (pintinhas no corpo), febre, infecção na garganta. Durante a gravidez é responsável pela Rubéola Congênita, doença que atinge o feto e acarreta lesões irreparáveis como a surdez, o retardo mental e a doença do coração.

Sarampo: doença viral grave, já sob controle no Brasil graças à vacinação. Caracteriza-se por quadro d efebre alta, conjuntivite, fraqueza, e que pode complicar com pneumonia, otite e encefalite.

Indicações para vacinar

Rotina: Crianças e Adolescentes

Vacinação

Contra-indicações: Gravidez. AIDS e outras Imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Fase aguda de infecções de pele generalizada contra-indicações gerais.

Reações Adversas: São raras. Dor local é a mais comum. Quadro gripal com ou sem exantema pode surgir 10 dia após a aplicação.

• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 95%.

Apresentações disponíveis:

Vacina Combinada: Tríplice Viral - contra Sarampo, Caxumba e Rubéola

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Cólera e ETEC

Protegem contra a cólera e diarréia do viajante (Escherichia coli entero toxigênica). Indicada a partir dos 2 anos de idade para viajantes de risco (em geral, países ou regiões menos desenvolvidas). Aplicada por via oral, em três doses (para crianças de 2 a 6 anos) com intervalo de 1 semana entre elas. Nos maiores, duas doses com 1 semana de intervalo. Reforços a cada 6 meses para crianças de 2 a 6 anos e nos maiores, a cada 2 anos.

Combinadas

Hepatite A + B - Protegem contra hepatite A e B. Três doses: 0, 1 mês e 6 meses.
Tetravalente acelular (quatro componentes) - Protegem contra difteria, tétano e coqueluche (vacina acelular) e haemophilus influenza do tipo B.
Pentavalente (cinco componentes) - Protegem contra difteria, tétano e coqueluche (vacina acelular), haemophilus tipo B e poliomielite com vírus inativados.
Hexavalente (seis componentes) - Protegem contra difteria, tétano e coqueluche (vacina acelular), haemophilus tipo B, hepatite B e poliomielite com vírus inativados.
*As vacinas combinadas devem ser adotadas sempre que possível, pois são seguras eficazes e possibilitam a diminuição no número de aplicações.

Febre Tifóide

Protege contra a febre tifóide. Indicada a partir dos 2 anos de idade para viajantes de risco (em geral, países ou regiões menos desenvolvidas).
Dose única. Reforços a cada 3 anos.

Difteria / Coqueluxe / Tétano

Difteria: doença bacteriana grave. Causa infecção na garganta e pode atingir o coração, o sistema nervoso central, os rins e o fígado.

Coqueluche: doença grave, responsável por grande mortalidade em lactentes, principalmente menores de 6 meses. Causa infecção do trato respiratório e caracteriza-se por acessos de tosse de grande intensidade, com grande prejuízo ao estado geral.

Tétano: doença bacteriana rara, graças à vacinação. Ocasiona quadro grave de hipertonia e espasmos musculares que podem levar ao óbito.

Indicações para vacinar
A vacinação está indicada para todos, adultos e crianças.
Para maiores de 10 anos, deve-se usar a apresentação adulto.
Grávidas devem ser vacinadas para a prevenção do Tétano Neonatal com a vacina DUPLA tipo adulto.

Apresentações disponíveis:


Apresentação Tríplice Comum.
• Contra-indicações: contra-indicações gerais, reação grave à dose anterior
• Reações Adversas: Febre - Irritação - Dor e vermelhidão no local são as mais comuns
• Eficácia: Tríplice (difteria/coqueluche/ tétano)
As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Apresentação Tríplice Acelular (tipo adulto ou infantil)
• Contra-indicações: contra-indicações gerais
• Reações Adversas: São raras.Dor local é a mais comum.
• Eficácia: Tríplice (difteria/coqueluche/ tétano) As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Apresentação Dupla tipo Adulto
• Contra-indicações: contra-indicações gerais
• Reações Adversas: Reações locais são as mais comuns.
• Eficácia: Dupla (difteria/tétano) As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Vacinas combinadas:

Tetra: Tríplice Bacteriana + Hib
Penta: Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável
Hexa:Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável + Hepatite B

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Febre Amarela

Protegem contra a febre amarela. Indicada para viajantes ou habitantes de áreas endêmicas ou de transição da doença. Primeira dose aos 9 meses de idade. Reforços de 10 em 10 anos.

Febre Tifóide

Protege contra a febre tifóide. Indicada a partir dos 2 anos de idade para viajantes de risco (em geral, países ou regiões menos desenvolvidas).
Dose única. Reforços a cada 3 anos.

Gripe ( Influenza )

A gripe é uma doença infecto-contagiosa, causada pelo vírus INFLUENZA, responsável por epidemias anuais em todo o mundo. É muitas vezes confundida com outras manifestações respiratórias, como resfriados e rinites, mas se difere dessas por seu quadro de sintomas mais graves e fortes.

A gripe leva a complicações, principalmente em crianças pequenas, idosos e doentes crônicos, como pneumonia, sinusite, otite e outras. É a maior causa de absenteísmo na escola e no trabalho.

O vírus da Gripe muda a cada ano. A Organização Mundial de Saúde define as cepas daquele ano e são essas que serão usadas na produção da vacina. Por isso, vacinar anualmente é imprescindível.

Indicações para vacinar
Crianças a partir de 6 meses
Adolescentes e Adultos
Grupo de risco especial: portadores de doenças crônicas, idosos, crianças com alergia respiratória.

Vacinação
• Contra-indicações: contra-indicações gerais, Febre alta. Gravidez Choque anafilático após o uso de merthiolate ou ingerir ovo.
• Reações Adversas: São raras (menos de 5%) Reações locais e febre podem ocorrer nas 24 horas seguintes à aplicação.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 80%.

Considerações Importantes:
• A vacina contra a gripe só confere proteção contra os sorotipos do vírus Influenza contidos na mesma, não protegendo contra outros vírus causadores de quadros similares ao da Gripe.

Apresentação pediátrica e adulto.

Esquema de Doses
• Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual
• Crianças de 6 à 35 meses: 2 doses (pediátricas) com intervalo de 1 mês entre elas.
• Crianças de 3 à 8 anos: 2 doses (tipo adulto) com intervalo de 1 mês entre elas.
• Crianças que tomaram a vacina no ano anterior precisam de uma única dose de reforço.

Haemophilus Influenzae

O Haemophilus Influenzae do tipo b é o agente mais importante, em termos de incidência e gravidade de infecção, em crianças entre 3 meses e 5 anos de idade. É causa de meningite, pericardite, pneumonia, artrite e osteomielite, entre outras doenças. Antes da vacinação rotineira, era a principal causa de meningite em crianças até os 5 anos e geralmente deixa seqüelas graves, como surdez.

Vacinar contra o Haemophilus Influenzae do tipo b já é rotina e faz parte do calendário básico recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pela Secretaria de Saúde.

Indicações para vacinar
Crianças menores de 5 anos: rotina
Adultos e Crianças maiores de 5 anos com problemas crônicos de saúde
Pacientes imunodeprimidos, que podem precisar de um esquema vacinal com mais doses.
Idosos

Vacinação contra o Haemophilus
• Contra-indicações: Não há, exceto as contra-indicações gerais de todas as vacinas.
• Reações Adversas: São raras. Reações locais e febre podem ocorrer nas 24 horas seguintes à aplicação.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Considerações Importantes:
• O número de doses indicado varia de acordo com a idade em que se iniciou a vacinação contra o Hib.

Apresentações disponíveis:
Vacina Simples: Hib Vacinas Combinadas:
Tetra: Tríplice Bacteriana + Hib Penta: Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável
Hexa:Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável + Hepatite B

Hepatite A

A Hepatite A é uma doença viral que atinge o fígado. É Transmitida de uma pessoa para a outra ou através da ingestão de água ou alimentos contaminados com coliformes fecais. O maior risco de infecção se produz em contatos domiciliares, na creche, na escola, locais de trabalho, em quartéis, nos presídios, e outras comunidades fechadas. Outras formas comuns de contaminação são: a freqüência em praias, rios, piscinas contaminadas e a ingestão de frutos do mar. A fonte infecciosa também pode estar nos manipuladores de alimentos, contaminados com o vírus.

Na maioria das vezes, crianças pequenas apresentam um quadro assintomático ou leve e de curta duração: icterícia ( cor amarelada da ele), colúria (fezes esbranquiçadas e urina escura), falta de apetite e fraqueza. Adultos e crianças maiores, geralmente tem um quadro mais intenso e de longa duração (até cerca de 2 meses). Complicações da Hepatite A são raras, mas formas graves de Hepatite fulminante são registradas.

Indicações para vacinar
Crianças a partir de 1 ano
Adolescentes e Adultos
Pessoas que vivem ou viajam para áreas de risco (endêmicas).
Profissionais de maior risco: mergulhadores, salva-vidas, e outros que possam entrar em contato com água contaminada.
Contactantes com um portador da doença.
Crianças em idade de creche ou escola.

Vacinação
• Contra-indicações: Não há, exceto as de todas as vacinas: febre e alergia a componente da vacina.
• Reações Adversas: São raras (menos de 5%). Reações locais são as mais comuns.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 98%.

Apresentações disponíveis:
Vacina Simples: Hepatite A
Vacinas Combinadas: Hepatite A & B

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Esquema de Doses
Com a vacina combinada: 2a. Dose 1 ou 2 meses depois – 3a. Dose aos 6 meses
Com a vacina simples: 2a. Dose 6 meses após a primeira

Hepatite B

Hepatite B é uma doença viral grave que atinge o fígado deixando sérias seqüelas. Ë uma doença altamente contagiosa que pode causar graves danos ao fígado, sendo uma das maiores causas de câncer do fígado e cirrose.

Se transmite, principalmente por via sexual e pelo contato com sangue contaminado (inclusive no dentista, manicure, etc.), mas também pode ocorrer pela saliva e outros líquidos corporais. A transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez é causa de preocupação para a OMS ( uma entre quatro crianças nascidas com o vírus vai desenvolver o câncer ou a cirrose).

Muitas pessoas são portadoras do vírus sem saber, e assim transmitem-no para outras pessoas.

A infecção pelo vírus da Hepatite B pode se dar de maneira assintomática e o doente apresentará as complicações de forma tardia (anos após). Também pode ocorrer uma forma fulminante com quadro gravíssimo seguido até de morte. Outra forma é o quadro crônico com sintomatologia grave.

Indicações para vacinar
Crianças a partir do nascimento
Adolescentes e Adultos
Grupos de maior risco: hemofílicos, portadores do vírus da AIDS, usuários de drogas, profissionais de saúde
Mulheres que pretendem engravidar.
Pessoas que vivem ou viajam para áreas de risco (endêmicas).

Vacinação
• Contra-indicações: Não há, exceto as de todas as vacinas: febre e alergia a componente da vacina.
• Reações Adversas: São raras (menos de 5%). Reações locais são as mais comuns.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 98%.

Considerações Importantes:
• Para conferir imunidade à Hepatite B são necessárias 3 doses da vacina.
• A vacina também protege contra a Hepatite D.
• Já existe proteção contra a doença após duas doses da vacina, mas a terceira é imprescindível para que a mesma se mantenha.
• Duas apresentações da vacina: pediátrica e adulta.

Apresentações disponíveis:
Vacina Simples: Hepatite B
Vacinas Combinadas: Hepatite A & B
Hexa:Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável + Hepatite B

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Esquema de Doses
Básico: 1a. Dose ao nascimento – 2a. Dose 1 ou 2 meses depois – 3a. Dose aos 6 meses
Em qualquer idade (crianças, adolescentes e adultos): 2a. Dose 1 mês após a primeira – 3a. Dose 5 meses após a segunda.

Esquemas especiais
para renais crônicos e imunodeprimidos: dose dobrada - 2ml[40mcg]

Influenza

Protegem contra a gripe. Recomendadas a partir dos 6 meses de idade. No primeiro ano em que a criança menor de 9 anos recebe a vacina, aplicar duas doses com 4 semanas de intervalo entre elas. Posteriormente uma dose anual.
É importante ressaltar que a vacina não causa a gripe, pois utiliza vírus inativados.

Meningite Meningocócica

Meningococos são bactérias que causam infecções no homem, sendo a causa mais comum de meningite bacteriana em nosso meio. Ainda é responsável por períodos de grande incidência de meningite em alguns estados brasileiros sendo dois os tipos de meningocócos mais comuns: B e C. O tipo A ainda é encontrado em alguns países, mas não no brasil.
Em São Paulo a maioria dos casos de meningite meningocócica é causada pelo tipo C, algo em torno de 60%.

Indicações para vacinar
A vacina Conjugada trouxe a possibilidade de vacinar rotineiramente crianças a partir dos 2 meses de idade, adolescentes e adultos pois produz uma boa prote4ção e de forma duradoura.

A vacina cubana, protege contra o tipo B, é pouco eficáz, principalmente em crianças menores de 4 anos, produz uma proteção por no máximo 2 anos. Deve ser aplicada não de rotina, mas a critério médico. A vacina contra os tipos A e C deve ser aplicada somente em pessoas que irão viajar para países onde o tipo A predomina – veja vacinação

Vacinação
• Contra-indicações: febre e alergia a componentes da vacina.
• Reações Adversas: Reações locais e febre podem ocorrer nas 24 horas seguintes à aplicação.

Esquema de doses - veja calendários

Papilomavírus Humano

Temos 2 tipos de vacinas anti HPV disponíveis no Brasil:
Vacina Anti HPV quadrivalente (MSD) que protege contra sorotipos de HPV causadores de cãncer de colo do útero e verrugas genitais( tipos 6, 11, 16 e 18).
Vacina Anti HPV bivalente (GSK) que protege contra os sorotipos de HPV causadores de câncer de colo do útero (tipos 16 e 18).
Recomenda-se iniciar a vacinação antes do início da vida sexual,a partir dos 9 anos.Mulheres que já foram infectadas pelo HPV devem tomar a vacina, uma vez que a infecção pelo HPV não fornece imunidade duradoura.
O número de doses para a proteção até agora recomendado são 3 doses com intervalo de 2 meses entre a primeira e segunda dose e 6 meses entre a primeira e última dose.

Pneumococos

Indicações para vacinar
A vacina conjugada trouxe a possibilidade de vacinar, com eficácia, crianças pequenas e está indicada a partir dos 2 meses de idade. Pode também ser aplicada em a qualquer idade principalmente naqueles que apresentam doenças crônicas e que são de maior risco para essas infecções.

A vacina Pneumocócica 23 valente não pode ser aplicada antes dos de 2 anos idade. Está indicada para crianças, adolescentes e adultos portadores de doenças crônicas, como asma, bronquite, Nefropatias, Cardiopatias, Imunodeficiências e outras.

Nos postos de Saúde é rotina para maiores de 60 anos.

Vacinação
• Contra-indicações: febre e alergia à componente da vacina.
• Reações Adversas: Reações locais e febre podem ocorrer nas 24 horas seguintes à aplicação.

Apresentações disponíveis:
Vacina Simples:
Anti pneumocócica conjugada
Anti – pneumocócica 23 valente
Vacina Combinada: não existe.

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Esquema de doses

Vacina conjugada

Esquema de Doses para a Pneumocócica Conjugada

1ª dose - Antes dos 6 meses, 2ª dose - 2 meses após a 1ª, 3ª dose - 4 meses após a 1ª, Reforso -aos 15 meses

1ª dose - De 6 a 12 meses, 2ª dose - 2 meses após a 1ª, 3ª dose - Aos 15 meses

1ª dose - De 1 à 2 anos, 2ª dose - 2 meses após a 1ª

1ª dose - A partir dos 2 anos, 2ª dose - 2 meses após a 1ª

Adultos e idosos em situações especiais: Dose única

Vacina 23 Valente

Dose única a qualquer idade. A necessidade de reforço pode ser considerada pelo médico.

Poliomielite

A Poliomielite é a conhecida paralisia infantil. Foi erradicada de alguns pontos do globo, inclusive no Brasil, graças à vacinação. No entanto, é preciso continuar vacinando para que ela não volte, daí os esforços do Ministério da Saúde em campanhas repetidas contra essa doença.

Indicações para vacinar
A vacinação é rotineira e imprescindível crianças menores de 5 anos.

Vacinação
Apresentação Oral (VPO)
• Contra-indicações: imunodeficiências e AIDS, contactantes domiciliares de portadores do vírus da AIDS
• Reações Adversas: Muito raras. A vacina oral pode desencadear quadro semelhante ao da Pólio.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Apresentação Injetável (eIPV)
• Contra-indicações: febre, alergia a componentes da vacina.
• Reações Adversas: Ocorrem raramente reações locais.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Considerações Importantes:
Recomenda-se usar a vacina injetável, pelo menos para as primeiras duas doses do bebê.
A vacina oral deve ser aplicada sempre, independentemente do estado vacinal da criança, dureante as campanhas públicas
Em adultos não se deve aplicar a vacina oral sem antes aplicar pelo menos duas doses da injetável.

Apresentações disponíveis:
Vacina Simples: Oral (Sabin) ou Injetável (eIPV)
Vacinas Combinadas:
Penta: Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável
Hexa:Tríplice Bacteriana acelular + Hib + Pólio injetável + Hepatite B

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Esquema de Doses- veja calendários

Raiva

A vacina é indicada basicamente em duas situações:
- Prevenção da raiva em indivíduos expostos a risco de contaminação : veterinários, pessoal de laboratório, pessoal de abatedouro, etc;
-Profilaxia pós exposição (esquema de imunização depende do tipo de acidente).

Rotavírus

A Gastroenterite por rotavírus já pode ser prevenida através da vacinação.

Vacina chega a rede privada

A vacina contra o rotavírus finalmente está disponível na rede privada para crianças de 6 à 24 semanas de idade. Tal é a importância dessa vacina para nossa população infantil que, em 2006, ela estará também disponível na rede pública para a mesma faixa etária.
Portanto, a limitação da faixa etária para aplicação da vacina, não nos permite esperar a disponibilização da mesma nos postos de saúde para vacinar nossas crianças: a primeira dose da vacina contra o rotavírus deve ser aplicada antes das 14 semanas de vida.

O que isso representa para nossas crianças?

O Rotavírus é o principal agente causador de diarréia na infância. No mundo, de acordo com a OMS, é responsável por 140 milhões de casos de diarréia, 2,9 milhões de quadros diarréicos graves e 500 mil óbitos anuais.
Estima-se que até os 6 meses de idade, 20% das crianças já teve um quadro de infecção por rotavírus, até 1 ano serão 50% delas e até os dois anos 95% das crianças terão sido infecctadas.
No Brasil, a vacina contra o rotavírus pode reduzir em 75% os quadros de diarréia, em 83% os quadros graves de diarréia e em 92% as internações por diarréia.

A vacina contra o Rotavírus

A Glaxo SmithKline, acatando as recomendações da OMS, desenvolveu estudos em 11 países, dentre eles o Brasil, envolvendo mais de 60.000 crianças, o que culminou na produção de uma vacina contra o rotavírus eficaz e segura, já registrada no Brasil, e que estará disponível para a população em agosto/ 2005.


Características da vacina
Trata-se de uma vacina oral, de vírus vivo atenuado de origem humana, monovalente (P1A[8],G1) e que, graças à identidade antigênica, protege contra os principais sorotipos que circulam em nosso meio (G1, G3, G4 e G9).

Indicações da vacina
A vacina contra o rotavírus está indicada de rotina para toda criança entre 6 semanas e 6 meses de idade e deve ser aplicada o mais precocemente possível.

Contra-indicações
A vacina contra o rotavírus está contra-indicada para maiores de 6 meses de idade e imunodeprimidos.

Eventos adversos
Os estudos demonstraram uma excelente tolerabilidade e um perfil reatogênico semelhante ao do grupo placebo, não tendo sido observado aumento da incidência de intussuscepção no grupo vacinado.

Aplicação concomitante com outras vacinas
Não há interferência da vacina contra o rotavírus frente à aplicação de outras vacinas do calendário vacinal da criança.
No entanto, para uma melhor resposta imunológica à primeira dose da vacina contra o rotavírus, sugere-se, quando da primeira dose, um intervalo de 15 dias entre a aplicação dessa vacina e a da pólio oral.

Esquema de doses
São recomendadas duas doses com intervalo de 2 meses entre elas. Um intervalo mínimo de 30 dias entre uma dose e outra é aceitável.
A vacina deve ser aplicada em crianças de 6 à 24 semanas de idade, sendo que a primeira dose da mesma deve ser aplicada antes das 14 semanas de vida.

Como inserir no calendário vacinal da criança


Esquema padrão: aos 2 e 4 meses de idade, conforme
A Primeira dose deve obrigatoriamente ser aplicada até 14 semanas de vida do lactente, não sendo recomendada a primeira dose após esta data.

Tuberculose

A Tuberculose ainda é um dos maiores problemas de saúde no mundo todo. No Brasil ela é endêmica e a cada ano são registrados casos da doença.

Indicações para vacinar
Crianças a partir do nascimento
Adolescentes e Adultos

Vacinação com BCG
• Contra-indicações: AIDS e outras Imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Fase aguda de infecções de pele generalizada
• Reações Adversasnão desejáveis: Adenopatias locais.
• Eficácia: Até 83% de proteção contra a doença, sua maior indicação é prevenir com segurança as formas graves de tuberculose.

Considerações Importantes:
• A resposta à vacina se desenvolve cerca de 8 à 14 semanas após a aplicação da BCG.
• Reação Local Desejada: surgimento de uma nódulo vermelho até 3 semanas após a aplicação que evolui para uma úlcera que permanece durante até 8 semanas, transformando-se em uma cicatriz quelóide.
• A ausência dessa cicatriz indica necessidade de revacinação.
• Prova Tuberculínica negativa é indicação de não resposta à vacina.
• A proteção conferida pela BCG dura até 10 anos.

Esquema de Doses - veja calendários vacinais

Varicela ( Catapora )

A catapora é uma doença viral causada pelo Varicela - Zoster, ë muito contagiosa e responsável por epidemias sazonais em todo mundo.

Caracteriza-se por um quadro de lesões na pele acompanhadas por de febre, mal estar, perda do apetite e prurido intenso. Geralmente é um a doença benigna. Das complicações possíveis, destacam-se as infeções bacterianas na pele que podem tomar enormes proporções.

Doença mais comum em crianças, em adolescentes e adultos se apresenta de forma mais grave.

Indicações para vacinar
Crianças a partir de 1 ano - Adolescentes e Adultos

Vacinação
• Contra-indicações: contra-indicações gerais, de todas as vacinas. Pacientes com contagem de linfócitos de menos 1200/mm3 ou outra evidência de falta de imunocompetência celular.
• Reações Adversas: São raras. Ocorrem cerca de 10 à 14 dias após a vacinação: Exantema similar ao da catapora: 4% dos casos.
• Eficácia: As apresentações encontradas no Brasil têm eficácia próxima aos 100%.

Apresentações disponíveis:
Vacina Simples: Varicela
Vacina Combinada: não existe.

Associação com outras vacinas: desde que aplicadas em locais anatômicos diferentes.

Esquema de Doses
Para crianças de 1 ano à 13 anos: Dose na idade prescrita e segunda dose de três meses a quatro anos após a primeira dose ( recomendação SBIM – www.sbim.org.br )
Para maiores de 13 anos e adultos
2 doses com intervalo de 2 meses entre elas